Outros trabalhos realizados com variados materiais



Este trabalho foi dividido em rectangulos e em cada um prencheu-se com materias diferentes.
Técnica mista utilizando grafite, aguarela, guache, sanguínea, pastel de óleo, carvão, lápis de cor, pastel seco, tinta da china, sépia) A3

Estes dois trabalhos foram realizados com colagens.









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Lápis de cor

O lápis a cor como o nome refere, é um lápis feito a base de pigmentos geralmente artificiais. Normalmente é comercializado em embalagens contendo 12, 24,36 ou até mais unidades de cores e tons diferentes ou individualizados.


As marcas mais conhecidas são a Faber-Castell, Labra e Prismacolor.





O lápis a cor é utilizado na técnica mista de pastel seco, como uma base para a criação do volume e definição dos pormenores. Se estiver interessado em conhecer esta técnica, pode visitar a galeria de retratos a pastel seco ou os trabalhos passo a passo.

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Tinta-da-china

A tinta-da-china veio efectivamente da China.
Tem uma tradição de vários séculos na caligrafia e pintura chinesa e japonesa. Originalmente era fabricada a partir de óleos vegetais carbonizados.
É muito negra, tem grande poder de cobertura e quando seca é indelével. Existe líquida ou em bonitos lingotes, moldados com baixos-relevos, que se diluem em água (de preferência destilada). Encontra-se à venda outra modalidade, em pequenos tubos ou frascos com um bico que permite depositá-la em aparos, tira-linhas e canetas estilo gráficas.



Terebintina

É um líquido normalmente incolor, mas pode se apresentar levemente colorido por causa de alguma impurezas, com aroma forte e penetrante de pinho (quando fabricado a partir de resina de pinheiro). É um bom solvente, sendo usado na mistura de tintas, vernizes e polidores. A terebintina é o diluente ideal para tintas destinadas à pintura de óleo sobre tela. Por isso a Terebintina é mais um óleo que se usa em suportes como a tela.

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Acrílicos

O acrílico é uma tinta sintética solúvel em água que pode ser usada em camadas espessas ou finas, permitindo-te combinar as técnicas da pintura a óleo e da aguarela. Se quiseres fazer tinta acrílica, podes misturar tinta guache com cola. É uma tinta que seca depressa, limpa-se facilmente e permite trabalhos com óptima qualidade. É a técnica ideal para fazeres quadros figurativos, tipo cartoon.

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Aguarela

A aguarela é fabricada a partir de pigmentos moídos em pó, misturados com goma-arábica. Em tempos também se misturaram outros aditivos a estes, como glicerina, mel e outras substâncias para aumentar a transparência e retardar a secagem.


A aguarela caracteriza-se pela transparência das suas cores. As tintas existem à venda em estado sólido (pastilhas), pastoso (tubos) e líquido (frascos). Em qualquer dos casos usa-se a água como solvente até se obter o tom pretendido.
Na aguarela colocam-se primeiro as cores claras e depois as escuras. Usam-se basicamente duas técnicas que consistem no seguinte:

-sobreposição de camadas de tinta sobre papel seco, deixando secar cada camada que se aplica antes de pôr a seguinte, obtendo sucessivamente tons mais escuros. - Aplicação da aguarela sobre papel previamente humedecido (com uma esponja, por exemplo), permitindo a livre expansão desta na superfície do papel e mistura das cores no momento em que se deposita a tinta (lavis).

Pode-se ainda trabalhar com materiais que isolem previamente zonas do papel, como por exemplo pastéis de óleo ou borracha líquida e depois aplicar a aguarela... A aguarela é uma técnica de grande dificuldade e que exige uma aprendizagem demorada de forma a conseguir resultados de qualidade.

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Guache

É constituído por pigmentos coloridos moídos em pó aglutinados com um pigmento plástico e pigmento branco opaco. Diferencia-se da aguarela pela sua qualidade opaca, as cores claras podem ser colocadas em cima de outras mais escuras, desde que já secas.
Na idade média já se usavam guaches nas iluminuras. Muitos artistas o usaram desde aí até aos nossos dias. Existem habitualmente em tubos e também em pastilha.


O guache dilui-se com água até ter mais ou menos a consistência do azeite. Aplica-se sobre papéis e cartões variados que devem ter algum "corpo" para não esfolarem.
A qualidade do resultado final depende muito da qualidade dos guaches aplicados.
Normalmente, e para pintar zonas de cor uniforme, só com guaches de alta qualidade é que se consegue um resultado perfeito.
Os pincéis adequados para a pintura com guache são os mesmos da aguarela. Embora o guache seja principalmente uma técnica de pintura é também usado muitas vezes para desenho e ilustrações ou trabalhar em conjunto com materiais variados de desenho.

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Pastel de óleo

Semelhante aos pastéis secos no seu aspecto, a sua constituição é no entanto diferente pois são fabricados com uma mistura de pigmento e óleo. Existem desde os anos 60.
Tal como os pastéis secos têm a forma de pequenos sticks cilíndricos e vendem-se em caixas ou avulso numa grande variedade de cores e durezas.
Aderem com facilidade ao papel e permitem misturas de cores que se depositam numa camada mais grossa e pastosa ou mais fina, conforme se pretender.
São possíveis correcções no trabalho, raspando com um X-acto, retirando o pastel de determinada zona e cobrindo de novo com a cor pretendida.


Prestam-se a ser aplicados "deitados" obtendo a deposição de uma maior quantidade de uma vez só e permitem misturas de tons pelas suas qualidades pastosas. ~
É possível ainda no decurso do trabalho diluí-los e mistura-los com um pincel embebido em terebintina. Quase todos os papéis são bons suportes, no entanto devem ter algum corpo (gramagem espessa), especialmente quando se usa a terebintina para os diluir.

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Pastel seco (em barra e em lápis)


Capa para um livro. (realizada a pastel seco)





Existem actualmente materiais com características semelhantes, como o pastel seco. Este é constituído por pigmentos em pó, aglutinados numa mistura de resina ou cola e moldados em forma em forma de barra. Quanto mais cola tiver a mistura, mais duros e menos brilhantes se tornam os pastéis.







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Canetas de feltro ou marcadores

A tinta que tem no seu interior é normalmente feita a partir de pigmentos misturados numa solção de álcool ou "xylen". Também são fabricadas algumas à base de água para o uso infantil. Têm no entanto defeitos - a durabilidade da cor é muito precária e as pontas de feltro muito frágeis.
A tinta uma vez depositada, é impossível de ser removida. A cor exposta à luz altera-se e tem tendência a desaparecer.

Este trabalho foi realizado a caneta.


Muitas vezes penetra no papel, invadindo o verso deste de uma forma por vezes indesejável.
Há papéis à venda vocacionados para o desenho com estas canetas, no entanto um papel relativamente lustroso pode ser recomendado para certos tipos de canetas.

Este trabalho foi realizado a mercador (O ponto).

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Lápis de carvão

Com carvão moído e aglutinado com um ligante fazem-se minas que se envolvem em madeira ou papel enrolado. São mais limpos mas têm a característica por vezes negativa de só se poder usar a ponta, não se conseguindo facilmente obter traços grossos como nas outras modalidades. Existem numa escala que vai de 6B, passando por HB, até aos duros (8H). O carvão usa-se no desenho de linhas ou no trabalho de valores de claro-escuro. Trabalha-se com muita facilidade sobre grandes superfícies, pois é macio e marca com facilidade. O trabalho de carvão é muito frágil.

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Carvão

O carvão é um material clássico no desenho, talvez o mais antigo. Usa-se para esboçar ou para desenhos definitivos de acordo com o suporte e a intenção.

Actualmente é correntemente usado em aulas de artes visuais e em escolas e academias de arte, pois proporciona gradações muito expressivas.


Nas aulas de desenho e figura humana é um dos materiais mais usados pelas suas óptimas características de riscador, que se deposita suavemente no papel ao sabor dos gestos e que é possível apagar com miolo de pão, borrachas apropriadas ou mesmo com um pano macio.

O carvão pode ser obtido a partir de ramos de salgueiro ou videira carbonizados (dentro de um recipiente fechado). Obtêm-se diversas durezas de carvão conforme o tempo de carbonização.
O carvão pode ainda encontrar-se à venda no mercado, em variadas durezas quer sob a forma de pequenos galhos carbonizados com o aspecto original, quer com formas regulares de paralelepípedo ou cilindro e ainda envolvido por madeira.

A escolha do papel é fundamental para o aspecto do trabalho pois o carvão comporta-se diferentemente em papéis mais lisos ou mais regulares ou mais rugosos, acentuando a sua textura.

É importante também que o papel seja suficientemente sólido para resistir à borracha sem o esfolar.

Carvão em pau
Apresenta-se com a forma original dos galhos. Os mais suaves são galhos de vinha.

Carvão em barra regular
Pode ser cilíndrico ou paralelepipédico. Existe em várias grossuras e durezas. Têm mais ou menos 18 cm de comprimento, tendo os mais grossos cerca de 1 cm de diâmetro. Podem ser cuidadosamente afiados. Os mais grossos podem afiar-se sobre uma superfície abrasiva como a lixa.

Carvão comprimido
É blocos de carvão obtidos pela redução a pó de madeira carbonizada misturada com ligante e comprimidos em forma de barra. Têm dimensões ente 9 e 12 cm e grossuras de cerca de 0,6 cm. Partem-se menos durante o trabalho, pois são mais resistentes. Em contrapartida também são mais difíceis de remover com a borracha.

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Sépia

É um riscador castanho-escuro, cujos pigmentos são extraídos de um molusco e misturados com um mineral do tipo do giz. Usa-se no desenho da mesma forma que a sanguínea. Pode ser em barra e em lápis.

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Sanguínea

É uma espécie de "giz vermelho", mistura de caulino e hematite e tem um tom castanho-avermelhado escuro, semelhante à terracota e existe numa só dureza. Pode ser em barra e em lápis.

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Grafite

Actualmente algumas das melhores minas fazem-se misturando grafites de grande qualidade com polímeros especiais.

Encontramos no mercado uma enorme variedade de qualidades de grafite. Envolvida em madeira (lápis), em minas simples de várias espessuras para porta minas, desde as mais vulgares 0,5mm, 0,7 mm, 1,2 mm, até às mais grossas apenas envolvidas em plástico para desenhos que exigem um grande depósito de grafite. Existem também em muitas durezas, desde extra-duras a extra-macias. As mais duras permitem traços finos cinzento pálidos, as mais macias produzem traços mais grossos e mais negros, pois depositam mais grafite no papel.


Assim, temos basicamente a seguinte escala de grafites:



Dura _______________média ________________macia

8H, 7H, 6H, 5H, 4H, 3H, 2H,H, HB, F , B, 2B, 3B, 4B, 5B, 6B, 7B, 8B, 9B

Por "H" entende-se "Hard" - uma mina dura.
Por "B" entende-se "Brand" ou "Black" - uma mina macia ou preta.
Por "HB" entende-se "Hard/Brand"- uma mina de dureza média

Associados ao uso da grafite estão sempre os afiadores ou canivetes para afiar, as borrachas mais ou menos macias e os porta-minas. A grafite pode ser usada praticamente em todas as superfícies, excepto nas plastificadas, onde adere mal.


Quase todos os tipos de papel - lisos, texturados, rugosos - são também um suporte adequado. Papéis como o "Ingres" ou "Canson" são óptimos suportes para trabalhos em valores de cinzento e "degradés". O tipo de papel que se usa é importantíssimo pois determina a forma como a grafite se vai comportar. Papéis coloridos são também frequentemente usados para trabalhos de desenho a grafite.

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Técnicas de ilustração




Carvão







O carvão é um material clássico no desenho, talvez o mais antigo. Usa-se para esboçar ou para desenhos definitivos de acordo com o suporte e a intenção.
Actualmente é correntemente usado em aulas de artes visuais e em escolas e academias de arte, pois proporciona gradações muito expressivas. Nas aulas de desenho e figura humana é um dos materiais mais usados pelas suas óptimas características de riscador, que se deposita suavemente no papel ao sabor dos gestos e que é possível apagar com miolo de pão, borrachas apropriadas ou mesmo com um pano macio.
O carvão pode ser obtido a partir de ramos de salgueiro ou videira carbonizados (dentro de um recipiente fechado). Obtêm-se diversas durezas de carvão conforme o tempo de carbonização. O carvão pode ainda encontrar-se à venda no mercado, em variadas durezas quer sob a forma de pequenos galhos carbonizados com o aspecto original, quer com formas regulares de paralelepípedo ou cilindro e ainda envolvido por madeira.
A escolha do papel é fundamental para o aspecto do trabalho pois o carvão comporta-se diferentemente em papéis mais lisos ou mais regulares ou mais rugosos, acentuando a sua textura. É importante também que o papel seja suficientemente sólido para resistir à borracha sem o esfolar.

Carvão em pau
Apresenta-se com a forma original dos galhos. Os mais suaves são galhos de vinha.

Carvão em barra regular
Pode ser cilíndrico ou paralelepipédico. Existe em várias grossuras e durezas. Têm mais ou menos 18 cm de comprimento, tendo os mais grossos cerca de 1 cm de diâmetro. Podem ser cuidadosamente afiados. Os mais grossos podem afiar-se sobre uma superfície abrasiva como a lixa.

Carvão comprimido
É blocos de carvão obtidos pela redução a pó de madeira carbonizada misturada com ligante e comprimidos em forma de barra. Têm dimensões ente 9 e 12 cm e grossuras de cerca de 0,6 cm. Partem-se menos durante o trabalho, pois são mais resistentes. Em contrapartida também são mais difíceis de remover com a borracha.

Lápis de carvão







Com carvão moído e aglutinado com um ligante fazem-se minas que se envolvem em madeira ou papel enrolado. São mais limpos mas têm a característica por vezes negativa de só se poder usar a ponta, não se conseguindo facilmente obter traços grossos como nas outras modalidades. Existem numa escala que vai de 6B, passando por HB, até aos duros (8H).

O carvão usa-se no desenho de linhas ou no trabalho de valores de claro-escuro. Trabalha-se com muita facilidade sobre grandes superfícies, pois é macio e marca com facilidade.
O trabalho de carvão é muito frágil.

Canetas de feltro ou marcadores

A tinta que tem no seu interior é normalmente feita a partir de pigmentos misturados numa solção de álcool ou "xylen". Também são fabricadas algumas à base de água para o uso infantil.
Têm no entanto defeitos - a durabilidade da cor é muito precária e as pontas de feltro muito frágeis. A tinta uma vez depositada, é impossível de ser removida.
A cor exposta à luz altera-se e tem tendência a desaparecer. Muitas vezes penetra no papel, invadindo o verso deste de uma forma por vezes indesejável. Há papéis à venda vocacionados para o desenho com estas canetas, no entanto um papel relativamente lustroso pode ser recomendado para certos tipos de canetas.







Pastel seco (em barra e em lápis)







Existem actualmente materiais com características semelhantes, como o pastel seco. Este é constituído por pigmentos em pó, aglutinados numa mistura de resina ou cola e moldados em forma em forma de barra. Quanto mais cola tiver a mistura, mais duros e menos brilhantes se tornam os pastéis.







Pastel de óleo







Semelhante aos pastéis secos no seu aspecto, a sua constituição é no entanto diferente pois são fabricados com uma mistura de pigmento e óleo. Existem desde os anos 60. Tal como os pastéis secos têm a forma de pequenos sticks cilíndricos e vendem-se em caixas ou avulso numa grande variedade de cores e durezas. Aderem com facilidade ao papel e permitem misturas de cores que se depositam numa camada mais grossa e pastosa ou mais fina, conforme se pretender. São possíveis correcções no trabalho, raspando com um X-acto, retirando o pastel de determinada zona e cobrindo de novo com a cor pretendida. Prestam-se a ser aplicados "deitados" obtendo a deposição de uma maior quantidade de uma vez só e permitem misturas de tons pelas suas qualidades pastosas. É possível ainda no decurso do trabalho diluí-los e mistura-los com um pincel embebido em terebintina.
Quase todos os papéis são bons suportes, no entanto devem ter algum corpo (gramagem espessa), especialmente quando se usa a terebintina para os diluir.







Guache






É constituído por pigmentos coloridos moídos em pó aglutinados com um pigmento plástico e pigmento branco opaco.
Diferencia-se da aguarela pela sua qualidade opaca, as cores claras podem ser colocadas em cima de outras mais escuras, desde que já secas.
Na idade média já se usavam guaches nas iluminuras. Muitos artistas o usaram desde aí até aos nossos dias. Existem habitualmente em tubos e também em pastilha.
O guache dilui-se com água até ter mais ou menos a consistência do azeite. Aplica-se sobre papéis e cartões variados que devem ter algum "corpo" para não esfolarem.
A qualidade do resultado final depende muito da qualidade dos guaches aplicados. Normalmente, e para pintar zonas de cor uniforme, só com guaches de alta qualidade é que se consegue um resultado perfeito.







Os pincéis adequados para a pintura com guache são os mesmos da aguarela.
Embora o guache seja principalmente uma técnica de pintura é também usado muitas vezes para desenho e ilustrações ou trabalhar em conjunto com materiais variados de desenho.







Aguarela







A aguarela é fabricada a partir de pigmentos moídos em pó, misturados com goma-arábica. Em tempos também se misturaram outros aditivos a estes, como glicerina, mel e outras substâncias para aumentar a transparência e retardar a secagem. A aguarela caracteriza-se pela transparência das suas cores. As tintas existem à venda em estado sólido (pastilhas), pastoso (tubos) e líquido (frascos). Em qualquer dos casos usa-se a água como solvente até se obter o tom pretendido.







Na aguarela colocam-se primeiro as cores claras e depois as escuras. Usam-se basicamente duas técnicas que consistem no seguinte:







-sobreposição de camadas de tinta sobre papel seco, deixando secar cada camada que se aplica antes de pôr a seguinte, obtendo sucessivamente tons mais escuros.
- Aplicação da aguarela sobre papel previamente humedecido (com uma esponja, por exemplo), permitindo a livre expansão desta na superfície do papel e mistura das cores no momento em que se deposita a tinta (lavis).







Pode-se ainda trabalhar com materiais que isolem previamente zonas do papel, como por exemplo pastéis de óleo ou borracha líquida e depois aplicar a aguarela...
A aguarela é uma técnica de grande dificuldade e que exige uma aprendizagem demorada de forma a conseguir resultados de qualidade.







Acrílicos







O acrílico é uma tinta sintética solúvel em água que pode ser usada em camadas espessas ou finas, permitindo-te combinar as técnicas da pintura a óleo e da aguarela. Se quiseres fazer tinta acrílica, podes misturar tinta guache com cola. É uma tinta que seca depressa, limpa-se facilmente e permite trabalhos com óptima qualidade. É a técnica ideal para fazeres quadros figurativos, tipo cartoon.







Tinta-da-china







A tinta-da-china veio efectivamente da China. Tem uma tradição de vários séculos na caligrafia e pintura chinesa e japonesa. Originalmente era fabricada a partir de óleos vegetais carbonizados. É muito negra, tem grande poder de cobertura e quando seca é indelével. Existe líquida ou em bonitos lingotes, moldados com baixos-relevos, que se diluem em água (de preferência destilada). Encontra-se à venda outra modalidade, em pequenos tubos ou frascos com um bico que permite depositá-la em aparos, tira-linhas e canetas estilo gráficas.
Terebintina
É um líquido normalmente incolor, mas pode se apresentar levemente colorido por causa de alguma impurezas, com aroma forte e penetrante de pinho (quando fabricado a partir de resina de pinheiro). É um bom solvente, sendo usado na mistura de tintas, vernizes e polidores.
A terebintina é o diluente ideal para tintas destinadas à pintura de óleo sobre tela.



Lápis de cor







O lápis a cor como o nome refere, é um lápis feito a base de pigmentos geralmente artificiais.
Normalmente é comercializado em embalagens contendo 12, 24,36 ou até mais unidades de cores e tons diferentes ou individualizados. As marcas mais conhecidas são a Faber-Castell, Labra e Prismacolor.
O lápis a cor é utilizado na técnica mista de pastel seco, como uma base para a criação do volume e definição dos pormenores. Se estiver interessado em conhecer esta técnica, pode visitar a galeria de retratos a pastel seco ou os trabalhos passo a passo.

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